Residência Adelina para a América Latina

A Adelina – Instituto Cultural criou, em 2017, o seu programa de residência para jovens artistas latino americanos que realizam trabalhos em diversos suportes e formatos – atuantes nas áreas de artes visuais, performance, arte sonora, novas mídias e demais manifestações contemporâneas.

Com a nossa estrutura, que compreende uma residência com ateliês, espaço para debates e exposições, cozinha e dois dormitórios, pretendemos transformar a Residência Adelina em uma estrutura para acolhimento de artistas ao longo do ano. Além das instalações, o instituto oferece aos artistas um programa curatorial que compreende programas públicos e debates abertos, facilidade para encontros com curadores e artistas, acompanhamento crítico, produção executiva e um “open studio” (ateliê aberto) para debates e visitas agendadas com escolas da região e o público em geral.

Na primeira edição da Residência Adelina, foram selecionados os artistas Elle de Bernardini (Brasil), Natália Forcada (Argentina), Efe Godoy (Brasil) e Abigail Reyes (El Salvador).

Como participar?

Os candidatos podem apresentar proposta de projeto de natureza artística a ser realizado durante o período de dois (02) meses na sede do instituto, em São Paulo, com acompanhamento de um (a) curador (a) e mentorias com profissionais experientes nas artes visuais. 

Por meio de júri formado por curadores e artistas com larga experiência, são selecionados dois (02) projetos residentes por ciclo, entre os inscritos por brasileiros e estrangeiros, de acordo com as especificações e regras previstas em edital.

A segunda edição da Residência Adelina para a América Latina está prevista para o primeiro semestre de 2019.

Objetivos:

  • Promover e estimular a produção de arte contemporânea criando novas oportunidades de diálogo e exposição para jovens artistas latino americanos;
  • Estimular o intercâmbio cultural entre artistas de países latino americanos, proporcionando um ambiente de imersão, compartilhamento, vivência e experimentação;
  • Ser um polo agregador entre o circuito de arte e o público do seu entorno.