EXPOSIÇÃO ÁGUA DA PALAVRA
LANÇAMENTO DO CATÁLOGO – ÁGUA DA PALAVRA

MINISTÉRIO DA CIDADANIA E ADELINA APRESENTAM:
LANÇAMENTO DO CATÁLOGO

 

Release 

SOBRE OS ARTISTAS

Anna Guilhermina (São Paulo – SP, Brasil, 1977)
Artista e arquiteta, suas pesquisas debruçam-se sobre a imagem em sua tridimensionalidade, mesclando fotografia e materiais como madeira, acrílico, cobre e vidro.

Deco Adjiman é artista plástico e, desde criança, se dedica à poesia. Sua pesquisa se expandiu para outros suportes e o artista passou a criar projetos e composições misturando o papel — seu velho conhecido — à madeira, trabalhando a junção entre poesia e artes visuais. É representado pela Sé Galeria, em São Paulo. Entre as suas exposições individuais, destacam-se “a poesia venceu “ (Curadoria de Maria Montero, 2014). eu, mesmo: outro” (Curadoria de Galciane Neves, 2016) e “:háuma” (Curadoria de Maria Montero, 2018). Participou das coletivas “da raiz ao objeto“ (São Paulo, 2015), “dexposição ou rearranjo” (São Paulo, 2015), “avesso do avesso do avesso “ (São Paulo, 2015); “o mar” (São Paulo, 2015) e “matéria: 6” (São Paulo, 2015) “tudo joia” (São Paulo, 2016).

Eduardo Borém (Montes Claros, MG, Brasil) – Vive e trabalha entre a Capital Federal e São Paulo, SP. É músico-fundador da banda Móveis Coloniais de Acaju (1998), do escritório de design de interiores Borém & Borém (2008) e atua como designer desde a graduação em Desenho Industrial pela Universidade de Brasília – UnB, (2004), com habilitação em Projeto Gráfico e Projeto de Produto. Sua atuação em artes visuais, em todos estes anos, aconteceu principalmente nos cruzamentos entre poesia, música, design, desenho e fotografia. Entre 2003 e 2018, participou de exposições, prêmios, shows e feiras, no Brasil e no exterior.

Elida Tessler é artista plástica e professora do Departamento de Artes Visuais e do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Realizou doutorado em História da Arte Contemporânea na Université de Paris I – Panthéon-Sorbonne (França), onde residiu de 1988 a 1993. Entre 2009 e 2010, realizou o Pós-Doutorado na  EHESS-Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales e junto ao Centro de Filosofia da Arte – UFR de Philosophie – Université de Paris I- Panthéon – Sorbonne. É pesquisadora do CNPq, desenvolvendo pesquisa em torno das questões que envolvem arte e literatura, relacionando a palavra escrita à imagem visual. Foi fundadora em 1993 e coordenou até 2009, junto com Jailton Moreira, o TORREÃO, espaço de produção e pesquisa em arte contemporânea, em Porto Alegre. Mantém um grupo de pesquisa chamado .p.a.r.t.e.s.c.r.i.t.a., onde articula produção e reflexão crítica a partir de textos de artistas e da presença da palavra em produções contemporâneas de arte.

Fabio Morais (São Paulo – SP, Brasil, 1975) é artista visual escritor, doutorando em artes visuais na Universidade do Estado de Santa Catarina. É representado pela Galeria Vermelho. Sua mais recente exposição individual foi “Escritexpográfica”, na Galeria Vermelho (São Paulo, janeiro de 2017). Em sua prática artística, atua entre o circuito expográfico e o editorial

Isabella Beneduci Assad (São Paulo – SP, Brasil, 1992) – Artista, graduada em Artes Visuais pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) em 2016. Em sua produção investiga as dimensões da palavra: falada, grafada, construída, desenhada, formada, vista. A palavra como vestígio e indício. Em paralelo integra o Metade junto com a arquiteta Ana Tranchesi, com quem também desenvolve pesquisas e trabalhos. Em 2016 o grupo foi contemplado pelo edital de intervenção pública do projeto Contracondutas com o projeto centoeonze.

Jorge Menna Barreto (Araçatuba, SP, 1970.) Vive e trabalha no Rio de Janeiro, RJ. Representado pela Galeria Carbono. Indicado ao Prêmio PIPA 2015 e 2017. Membro do Comitê de Indicação do Prêmio PIPA 2010 e 2014. Artista e pesquisador, há 18 anos deixa que o lugar determine aquilo que irá construir e, mais recentemente, o que irá comer. Professor no Instituto de Artes da UERJ, Rio de Janeiro, Rj e doutor em Poéticas Visuais em Artes pela USP, São Paulo, SP. Recentemente concluiu um Pós-doutorado na UDESC, Florianópolis, SC, onde se dedicou a investigar relações possíveis entre agroecologia e as práticas site-specific em arte.

Karina Machado (São Paulo – SP, Brasil, 1975) – É artista visual e idealizadora da Casa Goia, onde desenvolve projetos culturais, artísticos, expográficos, cenográficos e de design. Após 16 anos dedicados à advocacia, formou-se em fotografia em 2013 e, desde então, integra grupos de estudo e produção de arte contemporânea e fotografia. Assinou cenários para Óperas e Espetáculos de Dança, bem como coleções de joias para o corpo. Participou de exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior (Alemanha, Itália e Suíça), sob a curadoria de Galciani Neves, Josué Mattos, Agnaldo Farias, Chiara Zocchi, Fiammetta Cavalleri, Denise Gadelha, Armando Prado, Vitor Cesar, Regina Parra, Enrico Rocha e Ligia Nobre. Destacam-se os trabalhos “Abre a Tua Boca. E Grita este Nome Meu” (2018), “Rastro de Corpo Sonoro” (2017/2018), “Coincidentes” (2017), “Avesso Perfeiro (2017), “Quanto Silêncio há na Volta?” (2015) e CuriMbó (2014).

Lívia Aquino (Fortaleza – CE, Brasil, 1971) – É pesquisadora do campo das artes visuais, professora e artista. Doutora em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente é coordenadora da Pós-graduação em Fotografia: Práticas Poéticas e Culturais e professora da Pós-graduação em Práticas Artísticas Contemporâneas da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Participou de exposições na Pinacoteca de São Paulo, no Centro Cultural São Paulo, na Oficina Cultural Oswald de Andrade, no Instituto Tomie Ohtake, na Fundação Joaquim Nabuco, no Museu de Arte de Ribeirão Preto, no Sesc São Carlos. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.

Marta Matushita (São Paulo – SP, Brasil, 1955) – Com pesquisas em diferentes linguagens artísticas (sumiê, dança, butô, desenho, pintura, fotografia, gravura), a artista utiliza elementos encontrados na natureza e construídos industrialmente. Com releitura e reorganização desses elementos, cria uma conversa ou confronto, trazendo um diálogo incessante e paciente, ressaltando o tempo e processos de transformação.

Ricardo Barcellos (Porto Alegre – RS, Brasil, 1969) – Graduado em Comunicação Social, PoA-RS, cursou ICP (International Center of Photography) em NY-EUA e Met film school, em Londres-UK. Atualmente frequenta o Grupo de estudos do atelier Fidalga, coordenado por Albano Afonso e Sandra Cinto. Sua pesquisa transita entre a fotografia, o vídeo e a instalação, permeando reflexões no condicionamento da imagem. Já expôs no PHotoESPAÑA em Madrid, na República Checa, na República Dominicana, Itália, Bogotá, França, Suíça. Seu trabalho pertence a importantes coleções como Masp-Pirelli, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Mac-RS e Instituto Cervantes. Foi vencedor do prêmio Conrrado Wessel de fotografia, do prêmio Hasselblad Latin America, entre outros.
SOBRE A CURADORA
Galciani Neves
Curadora, professora e pesquisadora no campo das artes visuais. Possui mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC – São Paulo, SP. Atualmente, é professora do curso de Artes Visuais, de Produção Cultural e da Pós-Graduação em Fotografia na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) em São Paulo, SP, no Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará e na Escola Entrópica (Instituto Tomie Ohtake – São Paulo, SP). Desenvolve projetos curatoriais e educativos, atividades relacionadas à crítica e acompanhamento de artistas.

 

PARA QUEM É ESSA ATIVIDADE?
Aberto a todas as idades


INFORMAÇÕES

Quando: 23/03 (sábado)
Horário: 14h as 16h
Local: Instituto Adelina – Rua Cardoso de Almeida 1285, Perdizes, São Paulo / SP

 

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